Criança sobrevive após queda de Airbus no Índico
BBC Brasil - 30/06/2009 Uma criança de 5 anos foi encontrada com vida nesta terça-feira, perto do local onde um Airbus A310 da companhia aérea Yemenia caiu, no Oceano Índico.O avião levava pelo menos 142 passageiros a bordo, além de 11 tripulantes, e havia decolado de Sanaa, no Iêmen, com destino a Moroni, em Comores. Segundo a Marinha francesa, a aeronave caiu cerca de 30 minutos antes de aterrissar, 15 km ao norte do arquipélago africano.Autoridades de aviação do Iêmen anunciaram ter retirado do mar pelo menos cinco corpos de possíveis ocupantes do Airbus A310. O avião caiu por volta da 1h51 desta terça-feira (hora local, 19h51 da segunda-feira em Brasília).O voo IY626 era o trecho final de uma rota que se iniciou em Paris, com escala em Marselha, na França, e conexão no Iêmen até Comores. Havia 66 franceses a bordo, além de comorenses e nacionais de países do Oriente Médio.FrançaA Marinha francesa vai enviar dois navios e um avião de transporte militar, que irá transportar até Comores mergulhadores franceses, lanchas infláveis rápidas e uma equipe de médicos e enfermeiros, segundo Christophe Prazuck, porta-voz do Estado Maior das Forças Armadas da França.O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu às Forças Armadas do país para fazer o máximo possível para prestar assistência aos passageiros e à tripulação do avião.Em entrevista à emissora de rádio Europe 1, o ministro dos Transportes da França, Dominique Bussereau, disse que "está se falando" no mau tempo como possível causa do acidente. "Mas neste momento, tudo ainda está muito vago", afirmou.Autoridades comorenses teriam afirmado ainda que já foram avistados destroços da aeronave.A companhia aérea Yemenia colocou uma mensagem em seu site na internet, lamentando "o desaparecimento do voo IY626".A empresa tem 51% de suas ações de propriedade do governo do Iêmen e 49% pertencentes ao governo da Arábia Saudita.Em 1996, um avião de uma companhia aérea etíope foi sequestrado e caiu na mesma região, matando a maioria das 175 pessoas a bordo.Comores, um país formado por três das quatro ilhas do arquipélago de Comores, fica a cerca de 300 km a noroeste de Madagascar, no canal de Moçambique, na África.O país foi protetorado e território ultramarino da França, tendo conquistado a independência em 1975. A grande maioria da população - 98% - é islâmica.O acidente com o Airbus A310 ocorre no momento em que o acidente com o A330 da Air France, que havia decolado do Rio de Janeiro em 31 de maio com 228 pessoas a bordo, completa um mês.Apenas 51 corpos foram encontrados e as buscas por corpos foram encerradas na última sexta-feira. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Que absurdo! Onde vamos parar?!?!?!?!?!?!?!?!?!
Esse é nosso país!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
http://www.parana-online.com.br:80/editoria/pais/news/381380/?reference_id=5f69b139990b7917defa84fbeadd6758caf58824
ONU critica STJ por não punir sexo com menor
Agência Estado
O Fundo das Nações Unidas para a Infância e Juventude (Unicef) criticou oficialmente a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na última semana, de manter a sentença que absolveu dois clientes por explorarem sexualmente crianças - sob o argumento de que se tratavam de prostitutas conhecidas. O texto relata que os acusados eram José Luiz Barbosa, o Zequinha Barbosa (campeão mundial em 1987 na corrida de 800 metros rasos) e o ex-assessor Luiz Otávio Flores da Anunciação. O Unicef considerou absurda a justificativa do STJ para manter a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.
"Por incrível que possa parecer, o argumento usado é o de que os acusados não cometeram um crime, uma vez que as crianças já haviam sido exploradas sexualmente anteriormente por outras pessoas", manifestou em nota a organização. De acordo com o Unicef, a decisão surpreende pelo fato de o Brasil ter assinado a Convenção sobre os Direitos da Criança, em 1990, que convoca os Estados a tomarem todas as medidas necessárias para assegurar que as crianças estejam protegidas da exploração sexual.
"Além disso, a decisão causa indignação, por causa da insensibilidade do Judiciário para com as circunstâncias de vulnerabilidade às quais as crianças estão submetidas. O fato resulta ainda num precedente perigoso: o de que a exploração sexual é aceitável quando remunerada, como se nossas crianças estivessem à venda no mercado perverso de poder dos adultos." Na nota, o Unicef reitera que "nenhuma criança ou adolescente é responsável por qualquer tipo de exploração sofrida, até mesmo a sexual". Para a ONU, esse tipo de violência representa grave violação dos direitos à dignidade e à integridade física e mental de meninos e meninas.
http://www.parana-online.com.br:80/editoria/pais/news/381380/?reference_id=5f69b139990b7917defa84fbeadd6758caf58824
ONU critica STJ por não punir sexo com menor
Agência Estado
O Fundo das Nações Unidas para a Infância e Juventude (Unicef) criticou oficialmente a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na última semana, de manter a sentença que absolveu dois clientes por explorarem sexualmente crianças - sob o argumento de que se tratavam de prostitutas conhecidas. O texto relata que os acusados eram José Luiz Barbosa, o Zequinha Barbosa (campeão mundial em 1987 na corrida de 800 metros rasos) e o ex-assessor Luiz Otávio Flores da Anunciação. O Unicef considerou absurda a justificativa do STJ para manter a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.
"Por incrível que possa parecer, o argumento usado é o de que os acusados não cometeram um crime, uma vez que as crianças já haviam sido exploradas sexualmente anteriormente por outras pessoas", manifestou em nota a organização. De acordo com o Unicef, a decisão surpreende pelo fato de o Brasil ter assinado a Convenção sobre os Direitos da Criança, em 1990, que convoca os Estados a tomarem todas as medidas necessárias para assegurar que as crianças estejam protegidas da exploração sexual.
"Além disso, a decisão causa indignação, por causa da insensibilidade do Judiciário para com as circunstâncias de vulnerabilidade às quais as crianças estão submetidas. O fato resulta ainda num precedente perigoso: o de que a exploração sexual é aceitável quando remunerada, como se nossas crianças estivessem à venda no mercado perverso de poder dos adultos." Na nota, o Unicef reitera que "nenhuma criança ou adolescente é responsável por qualquer tipo de exploração sofrida, até mesmo a sexual". Para a ONU, esse tipo de violência representa grave violação dos direitos à dignidade e à integridade física e mental de meninos e meninas.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
É brincadeira isso!?
Por que nao se mataram sozinhos? Por que nao deixaram o bebe de fora de toda essa sujeira! E agora?
http://www.parana-online.com.br/editoria/policia/news/381354/?reference_id=db6c41b9c9f2fb095e26339f3acdc3fb2071b85a
Pacto de morte tira vida de um bebê de um ano
Fábio Schatzmann
Anderson Tozato
A foto de Júlio com o filho deixada entre cartas de despedida.
O pacto de morte, feito por dois homossexuais e executado no final da tarde de ontem, não deu certo e teve como única vítima um garotinho de 1 anos e 11 meses, que foi obrigado a beber um coquetel de veneno e remédios. Os dois homens que queriam se matar, Júlio César Santana, 28 anos, e Márcio Antônio de Rezende, 35, foram encontrados desacordados.
Socorridos e hospitalizados, passaram por lavagem estomacal e sobreviveram. Júlio era pai do garotinho Andrius César Bordenoski Santana, fruto de um casamento rompido recentemente, para que pudesse viver sua aventura amorosa com Márcio. Ambos, segundo cartas que deixaram, não aguentavam mais as ameaças da ex-sogra de Júlio, estavam deprimidos e contaminados por HIV.Não se sabe há quanto tempo a dupla vinha planejando o duplo suicídio e o assassinato de Andrius. Porém, os dois conseguiram preparar todo o cenário em que pretendiam ser encontrados sem vida. Compraram remédios diversos e inseticida. Bateram tudo no liquidificador e beberam a mistura no próprio copo do aparelho, para depois deitarem-se na cama de casal e esperar a morte.
Deixaram vários bilhetes explicando o motivo do pacto e pediram a uma amiga, moradora na Lapa, que fosse visitá-los na noite de ontem. Supunham que ela já os encontraria sem vida. A jovem, ao chegar na casa, na Rua Machado de Assis, Jardim Veneza, em Fazenda Rio Grande, estranhou quando bateu e ninguém abriu a porta.Preocupada, pois estava sendo esperada, chamou um chaveiro, que rompeu a fechadura. Ao entrar, encontrou os três na cama, mas só o garotinho estava morto. Júlio e Márcio foram levados para o Pronto Socorro 24 Horas de Fazenda Rio Grande, por volta das 19h20. De acordo com enfermeiras, estavam inconscientes.
Passaram por lavagem estomacal e permaneceram dormindo, em consequencia dos remédios que tinham ingerido. Tão logo se recuperem, deverão ser levados para a delegacia do município, para autuação pelo crime de homicídio, que contará com o agravante de a vítima ser criança e não ter tido nenhuma chance de defesa.
Os policiais militares Pezzoto e Maurílio, do 17.º Batalhão, foram os primeiros a chegar no local, acionados pela amiga dos rapazes. Eles informaram que Júlio havia se separado da mulher para viver com Márcio e, nos fins de semana levava Andrius para sua nova casa.
A ex-sogra dele, identificada como Cláudia nos bilhetes que ele deixou, descobriu sua homossexualidade e, inconformada com o fato, estaria fazendo ameaças, principalmente de tirar seu direito de ficar com o filho. Numa das cartas Júlio diz que até apanhou a mando dela e que agora iria embora junto com Márcio e levaria também o menino. As cartas manuscritas foram deixadas na mesa da cozinha, junto com fotografias e documentos que, segundo Júlio, confirmariam as ameaças da ex-sogra. Júlio trabalha numa livraria, em Curitiba, e seu amigo é funcionário público de um município da região metropolitana, conforme informaram os vizinhos.
Eles não se conformavam com o que havia acontecido. Comentaram que Márcio era muito pacato, uma “pessoa do bem” e que sempre era visto passeando pelo bairro em companhia de Júlio. Nos fins de semana era normal Júlio e o filho ficarem na casa com Márcio.AmigaA jovem que os encontrou desacordados não quis falar com a imprensa. Disse que só conversaria com a polícia e com advogados. Ela estava acompanhada de uma tia, que se dispôs a falar rapidamente sobre o caso, contando que Márcio procurou a sobrinha na quinta-feira passada e convidou-a para ir visitá-lo no domingo. Possivelmente desde então já se preparavam para pôr em prática o pacto fatal.A mãe de Júlio esteve no local, depois que o corpo do neto já havia sido levado pelo Instituto Médico-Legal (IML). Ela disse que o casamento do filho tinha sido muito conturbado, mas não sabia que ele tinha relações com outro homem. Contou que não imaginava que eles cometeriam uma loucura como a de ontem.
Márcio se dizia deprimido e também deixou foto sua sobre a mesa.
Cartas na mesa tentam explicar a loucura
Fábio Schatzmann e Mara Cornelsen
Supondo que seriam encontrados mortos, Márcio e Júlio deixaram várias cartas e bilhetes para explicar o motivo do extremado gesto, dando também a entender que mataram Andrius como forma de vingança pelo que vinham sofrendo. Em um dos bilhetes os dois pedem para ser enterrados na mesma sepultura, junto com a criança. Em outro, Márcio diz que tem HIV e que sofre com o abandono por parte da família e com o preconceito.Júlio também escreveu para a sogra, culpando-a pelo seu sofrimento, sua separação e creditando a ação às ameaças que vinha sofrendo de perder a guarda do filho. Nela escreve que tem provas contra a sogra e que as deixou junto com os demais bilhetes. E ainda deixou uma carta de despedida para a mãe, explicando porque firmaram o pacto de morte.As cartas pareciam ter sido escritas com pressa. Estavam fora de ordem e colocadas próximo às fotos dos dois e do menino.
http://www.parana-online.com.br/editoria/policia/news/381354/?reference_id=db6c41b9c9f2fb095e26339f3acdc3fb2071b85a
Pacto de morte tira vida de um bebê de um ano
Fábio Schatzmann
Anderson Tozato
A foto de Júlio com o filho deixada entre cartas de despedida.
O pacto de morte, feito por dois homossexuais e executado no final da tarde de ontem, não deu certo e teve como única vítima um garotinho de 1 anos e 11 meses, que foi obrigado a beber um coquetel de veneno e remédios. Os dois homens que queriam se matar, Júlio César Santana, 28 anos, e Márcio Antônio de Rezende, 35, foram encontrados desacordados.
Socorridos e hospitalizados, passaram por lavagem estomacal e sobreviveram. Júlio era pai do garotinho Andrius César Bordenoski Santana, fruto de um casamento rompido recentemente, para que pudesse viver sua aventura amorosa com Márcio. Ambos, segundo cartas que deixaram, não aguentavam mais as ameaças da ex-sogra de Júlio, estavam deprimidos e contaminados por HIV.Não se sabe há quanto tempo a dupla vinha planejando o duplo suicídio e o assassinato de Andrius. Porém, os dois conseguiram preparar todo o cenário em que pretendiam ser encontrados sem vida. Compraram remédios diversos e inseticida. Bateram tudo no liquidificador e beberam a mistura no próprio copo do aparelho, para depois deitarem-se na cama de casal e esperar a morte.
Deixaram vários bilhetes explicando o motivo do pacto e pediram a uma amiga, moradora na Lapa, que fosse visitá-los na noite de ontem. Supunham que ela já os encontraria sem vida. A jovem, ao chegar na casa, na Rua Machado de Assis, Jardim Veneza, em Fazenda Rio Grande, estranhou quando bateu e ninguém abriu a porta.Preocupada, pois estava sendo esperada, chamou um chaveiro, que rompeu a fechadura. Ao entrar, encontrou os três na cama, mas só o garotinho estava morto. Júlio e Márcio foram levados para o Pronto Socorro 24 Horas de Fazenda Rio Grande, por volta das 19h20. De acordo com enfermeiras, estavam inconscientes.
Passaram por lavagem estomacal e permaneceram dormindo, em consequencia dos remédios que tinham ingerido. Tão logo se recuperem, deverão ser levados para a delegacia do município, para autuação pelo crime de homicídio, que contará com o agravante de a vítima ser criança e não ter tido nenhuma chance de defesa.
Os policiais militares Pezzoto e Maurílio, do 17.º Batalhão, foram os primeiros a chegar no local, acionados pela amiga dos rapazes. Eles informaram que Júlio havia se separado da mulher para viver com Márcio e, nos fins de semana levava Andrius para sua nova casa.
A ex-sogra dele, identificada como Cláudia nos bilhetes que ele deixou, descobriu sua homossexualidade e, inconformada com o fato, estaria fazendo ameaças, principalmente de tirar seu direito de ficar com o filho. Numa das cartas Júlio diz que até apanhou a mando dela e que agora iria embora junto com Márcio e levaria também o menino. As cartas manuscritas foram deixadas na mesa da cozinha, junto com fotografias e documentos que, segundo Júlio, confirmariam as ameaças da ex-sogra. Júlio trabalha numa livraria, em Curitiba, e seu amigo é funcionário público de um município da região metropolitana, conforme informaram os vizinhos.
Eles não se conformavam com o que havia acontecido. Comentaram que Márcio era muito pacato, uma “pessoa do bem” e que sempre era visto passeando pelo bairro em companhia de Júlio. Nos fins de semana era normal Júlio e o filho ficarem na casa com Márcio.AmigaA jovem que os encontrou desacordados não quis falar com a imprensa. Disse que só conversaria com a polícia e com advogados. Ela estava acompanhada de uma tia, que se dispôs a falar rapidamente sobre o caso, contando que Márcio procurou a sobrinha na quinta-feira passada e convidou-a para ir visitá-lo no domingo. Possivelmente desde então já se preparavam para pôr em prática o pacto fatal.A mãe de Júlio esteve no local, depois que o corpo do neto já havia sido levado pelo Instituto Médico-Legal (IML). Ela disse que o casamento do filho tinha sido muito conturbado, mas não sabia que ele tinha relações com outro homem. Contou que não imaginava que eles cometeriam uma loucura como a de ontem.
Márcio se dizia deprimido e também deixou foto sua sobre a mesa.
Cartas na mesa tentam explicar a loucura
Fábio Schatzmann e Mara Cornelsen
Supondo que seriam encontrados mortos, Márcio e Júlio deixaram várias cartas e bilhetes para explicar o motivo do extremado gesto, dando também a entender que mataram Andrius como forma de vingança pelo que vinham sofrendo. Em um dos bilhetes os dois pedem para ser enterrados na mesma sepultura, junto com a criança. Em outro, Márcio diz que tem HIV e que sofre com o abandono por parte da família e com o preconceito.Júlio também escreveu para a sogra, culpando-a pelo seu sofrimento, sua separação e creditando a ação às ameaças que vinha sofrendo de perder a guarda do filho. Nela escreve que tem provas contra a sogra e que as deixou junto com os demais bilhetes. E ainda deixou uma carta de despedida para a mãe, explicando porque firmaram o pacto de morte.As cartas pareciam ter sido escritas com pressa. Estavam fora de ordem e colocadas próximo às fotos dos dois e do menino.
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
Gente, tem assuntos, historias que a gente sabe que dá vontade de gritar, gritar e gritar! Sem parar! Para ver se assim sai a dor do peito da gente! Sim, pois mesmo sem conhecer a criança, a dor que dá na gente é muito grande! Uma pobre inocente que tinha tudo para ser uma excelente pessoa, inclusive tinha de tudo na casa do pai em outro país para vir para cá para umas pessoas como essas espancarem até a morte! Deus me dá cinco minutos, por favor! Mas essas tais pessoas devem sofre tudo o que a pequenina sofreu. Morreu! Sim, morreu, saiu do sofrimento, está junto de Deus, muito cedo, é claro! Mas está junto com Ele com certeza. Pessoal, a dor que sinto com esses fatos é tão grande que não consigo nem explicar a vcs o tamanho que é. Acompanhem. Essas criminosas tem que pagar e pagar caro, muito caro por isso, já que era dinheiro que elas queriam, em troca davam pauladas nos inocentes, então... Gente estou indignada pq assisti a tv e acompanhei as reportagens sobre o assunto e foi uma covardia as torturas que as duas crianças sofriam. Será que devemos culpar a mae apesar de ter problemas mentais?
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u585574.shtml
http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/6/austriaca_de_4_anos_que_morava_com_parentes_no_rio_tem_morte_suspeita_19044.html
Austríaca de 4 anos que morava com parentes no Rio tem morte suspeita
Pai da criança reivindicava sua guarda. Mãe teria virado moradora de rua
POR CHRISTINA NASCIMENTO, RIO DE JANEIRO
Rio - Agressões e maus tratos levaram à morte Sophie Zanger, 4 anos, na sexta-feira. A criança, austríaca, estava há uma semana em coma no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias. No prontuário, consta que a garota deu entrada com traumatismo craniano, os dois pulsos quebrados e vários hematomas por todo corpo. Um garoto de 12 anos, irmão da menina, acusou uma prima de 21 anos pelo crime.
Sasha Zanger, pai da vítima Sophie Zanger, abraçando o filho
Sophie e o irmão estavam morando na casa de um tia materna, identificada como Geovana dos Santos Viana, em Santa Cruz, onde teriam acontecido as agressões. Ambos eram alvo de uma disputa judicial. A mãe deles, a brasileira Maristela Zanger, 40 anos, deixou a capital austríaca, Viena, com os filhos em janeiro de 2008, para ficar com a família no Rio. Ela já estava há quase três anos separada do pai das crianças, Sascha Zanger, 39, que tinha com a ex-mulher a guarda compartilhada. A Delegacia da Criança e Adolescente Vítima já intimou a prima e os tios para prestar depoimento. Maristela, que sofre de problemas psiquiátricos, está há três meses desaparecida. A última informação que parentes tiveram é que ela virou moradora de rua. Geovana é acusada por Sascha de ter tentado se aproveitar da situação da ex-mulher para conseguir ficar com a guarda dos filhos e se beneficiar com a pensão, que é cerca de R$ 1.500. “Ela aproveitou que a irmã é doente e a colocou para fora de casa. A última vez que consegui ver minhas crianças foi na Páscoa. Elas estavam subnutridas. O mais velho perdeu 20 quilos, e Sophie estava com apenas 14 quilos”, contou ele, que chegou da Áustria na sexta-feira.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u585574.shtml
http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/6/austriaca_de_4_anos_que_morava_com_parentes_no_rio_tem_morte_suspeita_19044.html
Austríaca de 4 anos que morava com parentes no Rio tem morte suspeita
Pai da criança reivindicava sua guarda. Mãe teria virado moradora de rua
POR CHRISTINA NASCIMENTO, RIO DE JANEIRO
Rio - Agressões e maus tratos levaram à morte Sophie Zanger, 4 anos, na sexta-feira. A criança, austríaca, estava há uma semana em coma no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias. No prontuário, consta que a garota deu entrada com traumatismo craniano, os dois pulsos quebrados e vários hematomas por todo corpo. Um garoto de 12 anos, irmão da menina, acusou uma prima de 21 anos pelo crime.
Sasha Zanger, pai da vítima Sophie Zanger, abraçando o filho
Sophie e o irmão estavam morando na casa de um tia materna, identificada como Geovana dos Santos Viana, em Santa Cruz, onde teriam acontecido as agressões. Ambos eram alvo de uma disputa judicial. A mãe deles, a brasileira Maristela Zanger, 40 anos, deixou a capital austríaca, Viena, com os filhos em janeiro de 2008, para ficar com a família no Rio. Ela já estava há quase três anos separada do pai das crianças, Sascha Zanger, 39, que tinha com a ex-mulher a guarda compartilhada. A Delegacia da Criança e Adolescente Vítima já intimou a prima e os tios para prestar depoimento. Maristela, que sofre de problemas psiquiátricos, está há três meses desaparecida. A última informação que parentes tiveram é que ela virou moradora de rua. Geovana é acusada por Sascha de ter tentado se aproveitar da situação da ex-mulher para conseguir ficar com a guarda dos filhos e se beneficiar com a pensão, que é cerca de R$ 1.500. “Ela aproveitou que a irmã é doente e a colocou para fora de casa. A última vez que consegui ver minhas crianças foi na Páscoa. Elas estavam subnutridas. O mais velho perdeu 20 quilos, e Sophie estava com apenas 14 quilos”, contou ele, que chegou da Áustria na sexta-feira.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Olá!
Pois é pessoal! De vez enquando tem dado para eu vir aqui. Puxa, como a vida passa depressa. E tem gente que só pensa em fazer maldade, principalmente com crianças das quais é o reino dos Céus! Foi Jesus quem disse. Bjo a todos e que Deus os abençoe.
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