sexta-feira, 21 de maio de 2010

Não perca!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


A Marcha para Jesus em São Paulo 2010 será realizada no dia 03 de junho com saída às 10 horas no metrô Tiradentes e concentração na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira. Um total de 3.3 Km.

Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
As bandas confirmadas para o show são: Michael W Smith (cantará duas músicas), FLG, Renascer Praise, Soraya Moraes, André Valadão, Marcelo Aguiar, Davi Sacer, Apocalipse 16, Katsbarnea, Toque no altar, Dj Alpiste, Lázaro, Ônix 46, Código C, Regis Danese, entre outros.

Há negociações para que a banda Hillsong London desembaque no Brasil para participar da Marcha para Jesus.

O Descaso Maristela Just

Não poderia ser chamado diferente. Afinal é um descaso da justiça levar 21 anos para que o bandido seja julgado e no dia ainda não comparece, nem ele nem o advogado. Deveria ter uma lei que a polícia tivesse que caçar na hora, no dia do julgamento e escoltar o indivíduo, tanto réu quanto advogado de defesa. E independente da hora, o julgamento começasse assim que o os mesmos chegassem ao fórum.

As crianças que tiveram sua infância aniquilada, destruída, hoje adultos só almejam justiça. Viram sua mãe ser morta e quase foram exterminados também. Eram indefesos, e ele o carrasco estava armado. Depois vem o tal do "pai" do carrasco e diz que se não tivesse matado não comeria na mesa dele! Não deveria mesmo, porque nem mesa essa "pai" deveria ter, pois deveria estar preso juntamente com sua criação de cobra.

Quando abrimos os sites de jornais ou ligamos nossas televisões lemos e vemos no mínimo 4 casos de morte em família. O pai que matou o filho, a esposa, a mae que jogou bebe recém-nascido na lixeira, e assim por diante. O caso mais falado recentemente que julgado e graças a Deus foram condenados, aliás não poderia ser diferente, foi o caso da Isabella Nardoni, que alías cada vez que falo ou escrevo esse nome meu coração dóe profundamente. É um caso que acompanhei e preferiria esquecer se fosse possível. Mas existem vários casos tanto no Brasil como fora. Tantas Maristelas e Isabellas que seus executores estão livres ainda. Temos no interior de SP o caso do menino Pedrinho que foi morto pela "mãe" e pelo padastro. Não tive mais notícias, até onde consegui acompanhar estavam livres. Mas não foi dado para cima da justiça como o caso Nardoni, caso contrário já estavam atrás das grades desde o início. Espero que depois de 21 anos de espera pela justiça a Nathália e o Zaldo Just possam comemorar a justiça enfim, realizada.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Empresas aderem à licença de 180 dias


13/05/2010
Empresas aderem à licença de 180 dias
Da Redação
Marciel Peres

Em vigor desde 25 de janeiro deste ano, a lei amplia a licença em 60 dias se o empregador aderir, voluntariamente, ao programa federal Empresa Cidadã

As empresas Toledo, SMS e Rolls-Royce, de São Bernardo, Uniforja (cooperativa de trabalhadores) e Itaesbra, de Diadema, aderiram à licença maternidade de 180 dias. Em vigor desde 25 de janeiro deste ano, a lei amplia a licença em 60 dias se o empregador aderir, voluntariamente, ao programa federal Empresa Cidadã. Ele pode deduzir integralmente do Imposto de Renda o que pagou à trabalhadora pela prorrogação. Os outros 120 dias já são pagos pela Previdência Social.

"As empresas não podem achar que vão ter prejuízo. Elas têm de entender a importância da amamentação. Esse benefício é para todos: Para a empresa que terá a trabalhadora mais disposta, para a mãe que volta a trabalhar mais tranquila e, principalmente, para o bebê que será amamentado por seis meses. Isso significa mais imunidade e saúde para a criança no futuro. Com crianças mais saudáveis, a mãe não precisa faltar futuramente para levar ao médico", afirma a coordenadora do Coletivo de Mulheres do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Simone Viera.

Benefício
Giovanna é o nome do primeiro bebê do ABC a ser beneficiado pela licença maternidade de 180 dias. Para a mãe Fernanda Zanutto, analista de RH da Toledo, o sonho de uma amamentação longa virou realidade. "Sempre quis amamentar minha filha por seis meses. Agora com esses dois meses a mais, ela vai ficar mais adaptada e terei mais segurança em escolher a escola quando voltar a trabalhar", afirma.

O programa Empresa Cidadã foi sancionado pelo governo em 9 de setembro de 2008 (Lei 11.770) criando a possibilidade de extensão da licença maternidade para um período de até 180 dias. Somente no final de 2009, foi publicado decreto regulamentando a legislação. (Colaborou Heloísa Resende)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Bebês trocados em maternidade de GO voltam para mães biológicas


Bebês trocados em maternidade de GO voltam para mães biológicas

Três ex-enfermeiras do Hospital Santa Lúcia vão ser indiciadas pelo crime de substituição de recém-nascido, previsto no Estatuto da Criança

Portal Uai

Publicação: 03/05/2010 20:31 Atualização: 03/05/2010 20:48

O resultado dos exames de DNA, que saíram na sexta-feira (30/4), confirmam que a dona de casa Elaine Gomes de Oliveira, de 28 anos, e a vendedora Keila Celina dos Santos Fagundes, de 22, tiveram os filhos trocados logo depois do parto, em março de 2009, no berçário do Hospital Santa Lúcia, em Goiânia (GO). As mães destrocaram as crianças nesta segunda-feira (3/5), sob muita comoção. As famílias serão acompanhadas por uma equipe multidisciplinar designada pelo magistrado.

Três técnicas de enfermagem que trabalhavam no estabelecimento no momento da troca serão indiciadas pelo crime de substituição de recém-nascido, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

De acordo com a delegada Adriana Accorsi, titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), houve uma série de equívocos por parte das ex-funcionárias. “Apesar de elas não admitirem, se tudo tivesse sido feito conforme as normas, não teria havido o erro”, afirmou.

A troca
Os dois bebês, do sexo masculino, nasceram na noite de 25 de março do ano passado. O primeiro a chegar ao berçário foi o de Elaine, que vive com o marido em Terezópolis de Goiás, a 33 quilômetros de Goiânia. O bebê foi entregue por uma das técnicas em enfermagem. Foi ela que também deixou no berçário, uma hora e meia depois, o filho de Keila, que vive em Goiânia.

Para a polícia, essa funcionária não fez a identificação das crianças antes de entregar no berçário para a outra técnica de enfermagem. Quando o segundo bebê chegou, não havia nem sido dado banho no primeiro e a outra funcionária também falhou em identificar as crianças.

A terceira funcionária envolvida na troca assumiu o berçário às 7h do dia seguinte. Foi ela quem deu banho nas crianças e colocou trocadas nos bebês as roupas entregues pelas mães. “Ela também preencheu os prontuários, mas errado”, disse a delegada. Foi esta técnica também quem entregou os bebês, primeiro para Keila e, depois, para Elaine.

Humilhação

O caso só começou a ser investigado em abril deste ano, depois que a vendedora apresentou denúncia na polícia. A mãe dela resolveu custear um exame de DNA por causa das humilhações que a filha vinha passando por causa da suspeita de traição. Alguns meses após os partos, o marido de Keila pediu o divórcio. E, mesmo assim, a jovem teria continuado sendo alvo de ataques verbais tanto pelos familiares do ex-marido como em seu local de trabalho.

As duas famílias se conheceram na quarta-feira da semana passada, em Nerópolis. Na ocasião, ambas reconheceram nos bebês traços que já apontavam os verdadeiros pais. Uma das crianças, inclusive, tinha a mesma marca de nascença do irmão biológico. A delegada explica que na área criminal apenas as técnicas de enfermagem serão indiciadas. E, como houve uma série de equívocos, Adriana disse que vai apontar no inquérito que houve dolo eventual. Já o hospital, explica ela, só pode ser processado no âmbito civil, em caso, por exemplo, de pedido de indenização.

Outros

Adriana também não descarta a possibilidade de haver outros bebês trocados pelas técnicas de enfermagem. Uma delas já responde na Justiça a um processo por esse crime, ocorrido na mesma época, mas descoberto ainda em 2009. “Se outros pais que tiverem alguma desconfiança quiserem, podem procurar um laboratório e fazer um exame de DNA para esclarecer a dúvida”, afirmou. O hospital assumiu todas as despesas pelos exames de DNA e se responsabilizou pelos gastos futuros com tratamentos psicológicos e assistenciais às duas famílias.