sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Dois medos paralisantes

Eliana Barbosa - 04/09/2009

Hoje, conversando com uma querida amiga brasileira que se casou com um americano e mora em Los Angeles, nos EUA, tive uma inspiração sobre o tema desta semana: nossos medos mais secretos – do fracasso e do sucesso.

Depois de nossa temporada em família nos EUA, no ano passado, tenho convivido mais com brasileiros e americanos que lá vivem (pela “mágica” da Internet), e venho constatando o quanto estar em contato com a cultura norte-americana influencia os brasileiros à coragem de se desenvolverem como pessoas e como profissionais. De maneira geral, os americanos são criados para o sucesso, já crescem com a noção da necessidade de independência emocional e financeira o mais cedo possível e, a meu ver, isso é bastante positivo. E por não serem tão “mimados”, entendem que o fracasso e suas lições fazem parte da vida.

Muitos que só vêem os norte-americanos superficialmente, vão dizer que eles são muito materialistas e por isso que só pensam em trabalhar e vencer. Mas o que vejo é que eles aprendem, desde pequenos, que fomos criados por Deus para a felicidade e para a prosperidade. E eu concordo plenamente com eles - não nascemos para sofrer, para viver na miséria e com sentimentos de rancor e culpa. Nascemos para ser livres e prósperos e, como eles mesmos aplicam em suas vidas, para usarmos nossa felicidade em forma de generosidade, compartilhando o nosso melhor com aqueles que ainda não se encontraram com a sua essência.

Você já percebeu como o medo do fracasso pode lhe ter sabotado muitas conquistas? Preste atenção: quantas vezes você deixou de solicitar alguma coisa, só porque tinha medo de ouvir um “não” como resposta? Alguma vez você deixou passar a chance de fazer uma declaração de amor porque pensou que poderia ser rejeitado? E se não fosse? E aquela ideia brilhante que você teve um dia, mas por medo de não conseguir implementá-la, nem sequer a colocou como meta futura e hoje, tempos depois, a vê realizada por outra pessoa mais corajosa? Pense nisso! Sempre é tempo de fazer algo por você mesmo! Afinal, a verdade é que só você poderá realizar seus sonhos, ninguém mais!!!

Nós, brasileiros, além desse pânico em relação ao fracasso, ainda temos muito medo da felicidade e do sucesso, e de toda a responsabilidade que eles nos trazem. Por isso, vejo tanta gente com um potencial luminoso, escondida em uma angústia inexplicável, sem coragem de mostrar ao mundo a sua própria finalidade de existir – fazer o melhor pela evolução desse planeta, dar oportunidade de crescimento aos outros, descobrir a cura das doenças, ensinar o que sabe fazer tão bem, fazer a diferença na vida dos outros.

Sabendo disso, lanço-lhe um desafio: faça um mergulho dentro dos pensamentos desse ser fabuloso que é VOCÊ e descubra, agora mesmo, o que você tem pensado e feito da sua vida, e se estes dois medos paralisantes – do fracasso e do sucesso – ainda estão imperando na sua mente. Como resolver isso? Fazendo o que tem que ser feito, apesar destes seus maiores inimigos – os medos. Só depende da sua coragem e eu sei que você a tem: coragem para ver cada fracasso como uma experiência valiosa e ver o sucesso como uma missão abençoada de transformar beneficamente o mundo em que você vive!

(*) palestrante; apresentadora de TV e rádio e autora de livros motivacionais
www.elianabarbosa.com.br

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Magno Malta parabeniza reportagem de A Tribuna


Legenda: “Monstros considerados pela lei como adolescentes estão matando e estuprando e ficando impunes”, disse o senador

O senador destacou o papel da imprensa na luta contra a pedofilia

O senador Magno Malta encaminhou referências elogiosas a jornalista Érica Vaz, do Jornal A Tribuna, pela Reportagem Especial denunciando os abusos contra crianças em todos os segmentos sociais. A repórter mostrou que a sociedade despertou para uma triste realidade que ameaça o futuro de uma nação.



A reportagem cita a cooperação do Ministério Público na luta contra a pedofilia. A Procuradora Catarina Gazele disse que a justiça é lenta para determinar a quebra do sigilo da internet, objeto de muitas investigações.

A jornalista citou a Operação Tapete Persa, da Polícia Federal, mostrou o perfil do criminoso, a conivência de familiares das vítimas de abusos sexuais, a pena de até 15 anos para os pedófilos e publicou o número do telefone que as pessoas devem utilizar para denunciar os casos de pedofilia.

O A Tribuna destacou que o trabalho intenso do senador Magno Malta, presidente da CPI da Pedofilia e abordou os envolvimentos, as prisões do médico e do professor investigados pela Polícia Federal. Magno Malta informou que a CPI da Pedofilia vai ouvir todos os alvos detectados pela PF.

O senador orientou também as criança a não permitir que ninguém toque em seus corpos. Ele disse que seu trabalho no Senado está focado também na luta pela diminuição da maioridade penal. “Monstros considerados pela lei como adolescentes estão matando e estuprando e ficando impunes”, disse o senador que já ficou conhecido na internet como o “pai das crianças do Brasil”.

Fonte: Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Carinho da mãe na infância ajuda na vida adulta, diz pesquisa

Carinho da mãe na infância ajuda na vida adulta, diz pesquisa Plantão
ublicada em 28/07/2010 às 04h59m

Um estudo feito nos Estados Unidos indica que pessoas que recebem carinho em abundância de suas mães quando bebês são mais capazes de lidar com as pressões da vida adulta.

A pesquisa, divulgada pela publicação científica Journal of Epidemiology and Community Health, foi feita com 482 moradores do Estado americano de Rhode Island (nordeste do país) que foram avaliados quando crianças e na vida adulta.

Os cientistas disseram que os abraços, beijos e declarações de afeto da mãe aparentemente têm efeito em longo prazo e tendem a gerar um vínculo sólido com o bebê, contribuindo para a saúde emocional das pessoas.

Segundo os pesquisadores, o vínculo sólido entre mãe e bebê não apenas diminui o estresse da criança como também a ajuda a desenvolver recursos que a auxiliarão em suas interações sociais e na vida de maneira geral.

Interação

Como parte do estudo, psicólogos avaliaram a qualidade das interações entre mães e seu bebê de oito meses durante uma consulta de rotina.

O psicólogo analisou quão bem a mãe respondia às emoções e necessidades da criança, atribuindo uma "nota de afeição" à mãe baseada nas características da interação.

Do total de 482 casos, uma em cada dez mães apresentou níveis baixos de afeição em relação ao bebê.

A maioria (85%, ou 409 mães) demonstrou níveis normais de afeição, e 6% (27) mostraram níveis bastante altos.

Trinta anos mais tarde, os pesquisadores entraram em contato com as crianças, agora adultos, e as convidaram a participar de uma pesquisa sobre seu bem-estar e emoções.

Eles preencheram questionários que incluíam perguntas sobre sintomas específicos, como ansiedade e hostilidade, e também sobre níveis gerais de estresse.

Também foi perguntado aos participantes se eles achavam que suas mães tinham lhes dado afeto, com respostas variando entre "concordo enfaticamente" e "discordo enfaticamente".

Ao analisar os dados, os pesquisadores verificaram que as crianças cujas mães se mostraram mais afetuosas aos oito meses de idade apresentavam os menores índices de ansiedade, hostilidade e perturbação geral.

Houve mais de sete pontos de diferença nos índices de ansiedade entre os participantes cujas mães haviam mostrado níveis baixos ou normais de afetividade e aqueles cujas mães mostraram níveis altos de afetividade.

A equipe de pesquisadores concluiu que crianças que receberam grandes doses de afeição das mães se revelaram mais capazes de lidar com todos os tipos de estresse.

Em particular, participantes cujas mães eram calorosas pareceram lidar melhor com a ansiedade do que os que tinham mães frias.

"É surpreendente que uma observação rápida do calor maternal na infância esteja associada com perturbações nos filhos 30 anos mais tarde", disseram os autores do estudo.

A equipe acrescenta, no entanto, que a influência de outros fatores, como personalidade, criação e escolaridade, não pode ser excluída.

Sintonia

Especialistas ressaltam, no entanto, que é importante saber quando parar: o excesso de afeto maternal, especialmente se a criança já está mais crescida, pode ser perturbador e embaraçoso para ela.

A psicóloga e escritora Terri Apter, da faculdade Newnham College, na cidade de Cambridge, na Inglaterra, estudou os efeitos dos relacionamentos entre mãe e criança e disse que é importante para a mãe ser receptiva ao bebê, além de lhe dar afeto.

"Bebês não nasceram sabendo como regular suas emoções. Eles aprendem ao ficar estressados e ser acalmados."

"E uma mãe receptiva vai perceber as pistas e saber quando a criança já recebeu o suficiente".

Ou seja, vai saber não apenas quando dar carinho e quando parar, concluiu Apter.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Em que tipo de sociedade estamos vivendo?


Nossos filhos e filhas não podem mais brincar na rua, na calçada, nem se quer no quintal de casa, mesmo que tenha muro. Não se não estivermos de olho, junto com elas. Pois se piscarmos elas somem e geralmente não deixam nem rastros, pelo menos não que se necontre logo de cara.

Cadê nossa segurança? Só em Jesus!

Cada dia vemos e assistimos barbaridades e mais barbaridades. Uma mais absurda que a outra!

Quem conhece um pouco do que está escrito na Bíblia sabe que: "no final dos tempos se levantarão filhos contra pais, pai contra filho, irmão contra irmão, marido contra mulher, mulher contra marido, etc..."

Concordo com isso e sei que é sinal de que o fim está próximo. Mas a Bíblia também nos alerta: "não vos conformeis com esse mundo". Então, nosso papel de cristãos, apesar dos sinais, é de orar, orar e orar pelas crianças, pelos nossos filhos e filhos de nossos filhos. Quando Jesus voltar, para nós isso tudo terá passado. Mas até lá nossos filhos e filhas precisam de proteção divina. Só o Senhor Deus pode guardar nossas crianças, nossas heranças benditas do Senhor.

Cada dia temos visto crianças que morreram por serem espancadas. Bebês recém-nascidos jogados no mato, para morrer no frio, com cordão umbilical. Eles pediram para nascer? Não, com certeza não! E, pediram para morrer, muito menos! Cadê o mínimo de amor humano, já que não se tem amor de Deus? Onde vamos parar? Queridos, as coisas estão piorando dia após dia! Se formos fazer a comparação do ser humano com um animal irracional, o ser humano está muito pior nos cuidados com suas crias. Pois vc não vê um animal jogar fora sua cria!

Então o que fazer diante de tudo isso?

Não existe outro caminho a não ser Jesus Cristo que é O Caminho, A Verdade e A Vida! Até no meio cristão temos visto esses respingos de violência!

Os sentimentos dos pais referente aos seus filhos está tão clara, que na rua vc quase não vê uma mãe segurando na mão de seus filhos. Ao contrário, já presenciei mães dando bronca nos filhos, porque esses queriam segurar-lhe a mão! Cadê o amor, o sentimento afetivo. A impressão que dá é que tanto o pai quanto a mãe de hoje em dia estão tão ocupados com trabalhos fora de casa que quando chegam em casa não gostariam de ter um ser tão indefeso e carente à sua espera! Gente, mãe, pai eles estão carentes de afewto! De amor, de carinho, de atenção. Se nossos filhos não encontrarem isso tudo dentro da casa deles, com quem eles convivem, vão procurar lá fora com desconhecidos, pedófilos, marginais. Esse tipo que adotam os filhos para o que não presta!
Os filhos, principalmente pequeninos exigem muito de nós, por passarmos muito tempo longe de casa e deles, que na maioria das vezes ficam em creches, escolas, avos, vizinhos, com babás. Mesmo que tenhamos que trabalhar, nossos filhos devem ter o vinculo afetivo criado conosco que somos seus pais! Os pais devem estar em primeiro lugar em tudo na vida deles, mesmo passando o dia todo trabalhando. Quando chegamos em casa devemos criar um tempo de qualidade com eles, endependente da quantidade. Mas eles tem que sentir que somos pais presentes e atentos, apesar de nossa ausencia diária.

Pessoal, até hoje eu não vi nenhum caso de pedofilia onde os pais estivessem atentos. Sempre é porque ele era amigo da família. Eu confiava nele. Minha filha, meu filho vivia na casa dele. Falta de atenção! Onde já se viu nos dias de hoje deixar as crianças assim, na casa de um, de outro. Nem pensar! Eu sou mãe, trabalho fora, meu marido tambem, mas jamais deixo minha filha na casa de vizinho, ou n casa da vó só com tio, só com vô. Eu não conheço o coração do homem, só Deus. Minha parte tenho que fazer que é cuidar e zelar por essas bençãos que Deus colocou em nossas mãos para cuidarmos que são nossos filhos.

Abraço a todos e até breve!

Serlí Freitas

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Não perca!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


A Marcha para Jesus em São Paulo 2010 será realizada no dia 03 de junho com saída às 10 horas no metrô Tiradentes e concentração na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira. Um total de 3.3 Km.

Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
As bandas confirmadas para o show são: Michael W Smith (cantará duas músicas), FLG, Renascer Praise, Soraya Moraes, André Valadão, Marcelo Aguiar, Davi Sacer, Apocalipse 16, Katsbarnea, Toque no altar, Dj Alpiste, Lázaro, Ônix 46, Código C, Regis Danese, entre outros.

Há negociações para que a banda Hillsong London desembaque no Brasil para participar da Marcha para Jesus.

O Descaso Maristela Just

Não poderia ser chamado diferente. Afinal é um descaso da justiça levar 21 anos para que o bandido seja julgado e no dia ainda não comparece, nem ele nem o advogado. Deveria ter uma lei que a polícia tivesse que caçar na hora, no dia do julgamento e escoltar o indivíduo, tanto réu quanto advogado de defesa. E independente da hora, o julgamento começasse assim que o os mesmos chegassem ao fórum.

As crianças que tiveram sua infância aniquilada, destruída, hoje adultos só almejam justiça. Viram sua mãe ser morta e quase foram exterminados também. Eram indefesos, e ele o carrasco estava armado. Depois vem o tal do "pai" do carrasco e diz que se não tivesse matado não comeria na mesa dele! Não deveria mesmo, porque nem mesa essa "pai" deveria ter, pois deveria estar preso juntamente com sua criação de cobra.

Quando abrimos os sites de jornais ou ligamos nossas televisões lemos e vemos no mínimo 4 casos de morte em família. O pai que matou o filho, a esposa, a mae que jogou bebe recém-nascido na lixeira, e assim por diante. O caso mais falado recentemente que julgado e graças a Deus foram condenados, aliás não poderia ser diferente, foi o caso da Isabella Nardoni, que alías cada vez que falo ou escrevo esse nome meu coração dóe profundamente. É um caso que acompanhei e preferiria esquecer se fosse possível. Mas existem vários casos tanto no Brasil como fora. Tantas Maristelas e Isabellas que seus executores estão livres ainda. Temos no interior de SP o caso do menino Pedrinho que foi morto pela "mãe" e pelo padastro. Não tive mais notícias, até onde consegui acompanhar estavam livres. Mas não foi dado para cima da justiça como o caso Nardoni, caso contrário já estavam atrás das grades desde o início. Espero que depois de 21 anos de espera pela justiça a Nathália e o Zaldo Just possam comemorar a justiça enfim, realizada.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Empresas aderem à licença de 180 dias


13/05/2010
Empresas aderem à licença de 180 dias
Da Redação
Marciel Peres

Em vigor desde 25 de janeiro deste ano, a lei amplia a licença em 60 dias se o empregador aderir, voluntariamente, ao programa federal Empresa Cidadã

As empresas Toledo, SMS e Rolls-Royce, de São Bernardo, Uniforja (cooperativa de trabalhadores) e Itaesbra, de Diadema, aderiram à licença maternidade de 180 dias. Em vigor desde 25 de janeiro deste ano, a lei amplia a licença em 60 dias se o empregador aderir, voluntariamente, ao programa federal Empresa Cidadã. Ele pode deduzir integralmente do Imposto de Renda o que pagou à trabalhadora pela prorrogação. Os outros 120 dias já são pagos pela Previdência Social.

"As empresas não podem achar que vão ter prejuízo. Elas têm de entender a importância da amamentação. Esse benefício é para todos: Para a empresa que terá a trabalhadora mais disposta, para a mãe que volta a trabalhar mais tranquila e, principalmente, para o bebê que será amamentado por seis meses. Isso significa mais imunidade e saúde para a criança no futuro. Com crianças mais saudáveis, a mãe não precisa faltar futuramente para levar ao médico", afirma a coordenadora do Coletivo de Mulheres do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Simone Viera.

Benefício
Giovanna é o nome do primeiro bebê do ABC a ser beneficiado pela licença maternidade de 180 dias. Para a mãe Fernanda Zanutto, analista de RH da Toledo, o sonho de uma amamentação longa virou realidade. "Sempre quis amamentar minha filha por seis meses. Agora com esses dois meses a mais, ela vai ficar mais adaptada e terei mais segurança em escolher a escola quando voltar a trabalhar", afirma.

O programa Empresa Cidadã foi sancionado pelo governo em 9 de setembro de 2008 (Lei 11.770) criando a possibilidade de extensão da licença maternidade para um período de até 180 dias. Somente no final de 2009, foi publicado decreto regulamentando a legislação. (Colaborou Heloísa Resende)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Bebês trocados em maternidade de GO voltam para mães biológicas


Bebês trocados em maternidade de GO voltam para mães biológicas

Três ex-enfermeiras do Hospital Santa Lúcia vão ser indiciadas pelo crime de substituição de recém-nascido, previsto no Estatuto da Criança

Portal Uai

Publicação: 03/05/2010 20:31 Atualização: 03/05/2010 20:48

O resultado dos exames de DNA, que saíram na sexta-feira (30/4), confirmam que a dona de casa Elaine Gomes de Oliveira, de 28 anos, e a vendedora Keila Celina dos Santos Fagundes, de 22, tiveram os filhos trocados logo depois do parto, em março de 2009, no berçário do Hospital Santa Lúcia, em Goiânia (GO). As mães destrocaram as crianças nesta segunda-feira (3/5), sob muita comoção. As famílias serão acompanhadas por uma equipe multidisciplinar designada pelo magistrado.

Três técnicas de enfermagem que trabalhavam no estabelecimento no momento da troca serão indiciadas pelo crime de substituição de recém-nascido, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

De acordo com a delegada Adriana Accorsi, titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), houve uma série de equívocos por parte das ex-funcionárias. “Apesar de elas não admitirem, se tudo tivesse sido feito conforme as normas, não teria havido o erro”, afirmou.

A troca
Os dois bebês, do sexo masculino, nasceram na noite de 25 de março do ano passado. O primeiro a chegar ao berçário foi o de Elaine, que vive com o marido em Terezópolis de Goiás, a 33 quilômetros de Goiânia. O bebê foi entregue por uma das técnicas em enfermagem. Foi ela que também deixou no berçário, uma hora e meia depois, o filho de Keila, que vive em Goiânia.

Para a polícia, essa funcionária não fez a identificação das crianças antes de entregar no berçário para a outra técnica de enfermagem. Quando o segundo bebê chegou, não havia nem sido dado banho no primeiro e a outra funcionária também falhou em identificar as crianças.

A terceira funcionária envolvida na troca assumiu o berçário às 7h do dia seguinte. Foi ela quem deu banho nas crianças e colocou trocadas nos bebês as roupas entregues pelas mães. “Ela também preencheu os prontuários, mas errado”, disse a delegada. Foi esta técnica também quem entregou os bebês, primeiro para Keila e, depois, para Elaine.

Humilhação

O caso só começou a ser investigado em abril deste ano, depois que a vendedora apresentou denúncia na polícia. A mãe dela resolveu custear um exame de DNA por causa das humilhações que a filha vinha passando por causa da suspeita de traição. Alguns meses após os partos, o marido de Keila pediu o divórcio. E, mesmo assim, a jovem teria continuado sendo alvo de ataques verbais tanto pelos familiares do ex-marido como em seu local de trabalho.

As duas famílias se conheceram na quarta-feira da semana passada, em Nerópolis. Na ocasião, ambas reconheceram nos bebês traços que já apontavam os verdadeiros pais. Uma das crianças, inclusive, tinha a mesma marca de nascença do irmão biológico. A delegada explica que na área criminal apenas as técnicas de enfermagem serão indiciadas. E, como houve uma série de equívocos, Adriana disse que vai apontar no inquérito que houve dolo eventual. Já o hospital, explica ela, só pode ser processado no âmbito civil, em caso, por exemplo, de pedido de indenização.

Outros

Adriana também não descarta a possibilidade de haver outros bebês trocados pelas técnicas de enfermagem. Uma delas já responde na Justiça a um processo por esse crime, ocorrido na mesma época, mas descoberto ainda em 2009. “Se outros pais que tiverem alguma desconfiança quiserem, podem procurar um laboratório e fazer um exame de DNA para esclarecer a dúvida”, afirmou. O hospital assumiu todas as despesas pelos exames de DNA e se responsabilizou pelos gastos futuros com tratamentos psicológicos e assistenciais às duas famílias.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Temos que ler cada absurdo que foi falado!!!!!!!!

Gente, acho que não precisa ser nenhum experte no assunto para saber que a criança desde que é gerada ela sente tudo, tudo!!! O que a mãe sentir ela vai sentir. Então não venham esses religiosos, literalmente, me dizer que antes de 22 semanas a criança não sente nada! Isso é ridículo. É só vermos a foto e a matéria abaixo dessa!

Feto de 22 semanas sobrevive 24 horas após aborto

Por Redação, com BBC

Os médicos de um hospital de Rossano Calabro, uma cidade no sul da Itália, foram acusados de não prestar socorro a um feto que sobreviveu por mais de 24 horas depois de ter sido abortado por uma paciente.

O caso teve grande repercussão na Itália, onde grupos católicos reivindicam mudanças na lei que legaliza o aborto.

A interrupção da primeira gravidez de uma mulher, cujo nome foi mantido sob sigilo, aconteceu no hospital Nicola Giannatasio, na noite de 24 de abril. Segundo informações do próprio hospital, a paciente decidiu abortar após ver o resultado da última ecografia, que teria indicado má-formação feto.

No dia seguinte, um domingo, o sacerdote do hospital, dom Antonio Martello, foi avisado por um funcionário de que o feto ainda apresentava sinais de vida.

O feto então foi transferido para a unidade de tratamento intensivo neo-natal de outro hospital, na cidade próxima de Cosenza, mas acabou morrendo na madrugada de domingo para segunda-feira.

A Procuradoria da República de Rossano Calabro abriu um inquérito por "homicídio voluntário" para apurar se houve violação da lei por abandono terapêutico do feto no hospital de Rossano Calabro. De acordo com as autoridades judiciárias, a morte deveria ter sido confirmada após a interrupção da gravidez.

– A hipótese investigativa é de homicídio voluntário, porque não podemos excluir que houve dolo ou indiferença em relação à possibilidade de sobrevivência, com omissão de terapia de recuperação –, afirmou o procurador Leonardo De Castris.

Negligência

Segundo a Cúria da cidade, os médicos foram negligentes e omitiram socorro ao feto que ainda estava vivo.

– Houve uma arbitrária superficialidade de médicos e autoridades hospitalares ao omitirem qualquer tipo de tratamento e reanimação da criança que, apesar disso, sobreviveu autonomamente –, diz um comunicado da Cúria .

A lei italiana autoriza o aborto nas primeiras 22 semanas nos casos em que a gravidez representa risco à saúde psicológica e física da mãe e quando há diagnóstico de má-formação do feto.

Depois desse período, a gravidez só pode ser interrompida, se a vida da mãe correr perigo ou se houver grave má-formação do feto. As normas também garantem terapia de apoio à respiração, mas apenas aos fetos nascidos a partir de 23 semanas, quando a chance de sobrevivência è maior.

Revisão

O caso provocou discussão na Itália, onde grupos católicos com o apoio da Igreja pedem a revisão da lei de 1978 que autoriza o aborto.

– O médico não deve olhar a data, mas o feto. Se após um aborto ele permanece vivo, é obrigatório fazer com que continue vivendo. Uma pessoa, que já esta fora do útero da mãe, demonstra vitalidade, deve ser socorrida –, disse Monsenhor Elio Sgreccia, presidente emérito da Pontifica Academia para a Vida, ao comentar o caso.

Um das mudanças que os grupos católicos reivindicam é a antecipação do que se considera o período de sobrevivência do feto.

Segundo o jornal oficial da Santa Sé, o Osservatore Romano, há possibilidade de sobrevivência mesmo antes de 22 semanas de gestação, mas a lei não prevê assistência ao feto nesses casos.

– A lei italiana proíbe o aborto quando existe uma possibilidade do feto sobreviver, isto é, depois de 22 semanas de gestação. Mas se ele nascer antes, não quer dizer que nascerá morto, ao contrário, sente dor (a partir da 20ª semana) e faz pequenos movimentos. Não é possível fazer de conta que não se sabe disso –, diz o artigo publicado pelo jornal do Vaticano.

O diário da Santa Sé reivindica direitos para todos os recém-nascidos.

– Se não for possível reanimá-lo, por ser pequeno demais, que ao menos tenha um ambiente quente e digno, uma companhia humana, um nome e uma sepultura, como qualquer outra pessoa prestes a morrer.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Como "mães" teem a covardia de matar um ser tão indefeso que não pediu para nascer, mas tem vida própria desde que foi gerado, apesar de depender...


Como "mães" teem a covardia de matar um ser tão indefeso que não pediu para nascer, mas tem vida própria desde que foi gerado, apesar de depender do corpo da mãe para tudo, até o tempo de nascer.

História linda, leia! Prestem atenção na foto!

Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para espinha bífida, realizada dentro do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica iria registar talvez o grito a favor da vida mais eloquente conhecido até hoje.

Enquanto Paul Harris cobria, na Universidade de Vanderbilt em Nashville, Tennessee, aquilo que considerou uma das boas notícias no desenvolvimento deste tipo de cirurgias, captou o momento em que o bebé tirou sua mão pequena do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos do doutor que estava a operá-lo.

A espectacular fotografia foi publicada por vários jornais nos Estados Unidos, e cruzou o mundo até chegar à Irlanda, onde se tornou uma das mais fortes bandeiras contra a legalização do aborto. A mão pequena que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander, nascido a 28 de dezembro 1999 (no dia da foto ele tinha 3 meses de gestação). Quando pensamos bem nisto, a foto é ainda mais eloquente. A vida do bebé está literalmente por um fio; os especialistas sabiam que não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo lá dentro, corrigir a anomalia fatal e fechá-lo para que o bebé continuasse seu crescimento normalmente.

Por tudo isto, a imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes dos últimos tempos e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias efectuadas no mundo.

A história por trás da imagem é ainda mais impressionante, pois reflecte a luta e a experiência passadas por um casal que decidiu esgotar todas as possibilidades, até o último recurso, para salvar a vida do seu primeiro filho.

Essa é a odisseia de Julie e Alex Arms, que moram na Geórgia, Estados Unidos. Eles lutaram durante muito tempo para ter um bebé. Julie, enfermeira de 27 anos de idade, sofreu dois abortos antes de ficar grávida do pequeno Samuel. Porém, quando, completou 14 semanas de gestação, começou a sofrercâimbras fortes, e um teste de ultra-som mostrou as razões. Quando foi revelada a forma do cérebro e a posição do bebé no útero, o teste comprovou problemas sérios.
O cérebro de Samuel estava mal-formado e a espinha dorsal também mostrou anomalias.

O diagnóstico, como já era esperado, foi de que o bebé sofria de espinha bífida e eles poderiam decidir entre um aborto ou um filho com sérias incapacidades.

De acordo com Alex, 28 anos, engenheiro aeronáutico, eles sentiram-se destruídos pelas notícias, mas o aborto nunca seria uma opção. Em vez de se deixar ir abaixo, o casal decidiu procurar uma solução pelos seus próprios meios e foi então que ambos começaram a procurar ajuda através da Internet. A mãe de Julie encontrou uma página que trazia detalhes de uma cirurgia fetal experimental desenvolvido por uma equipa da Universidade de Vanderbilt. Deste modo, entraram em contacto com o Dr. Joseph Bruner (cujo dedo Samuel segura na foto) e começou uma corrida contra o tempo.

Uma espinha dorsal bífida pode levar a danos cerebrais, gerar paralisias diversas e até mesmo uma incapacidade total. Porém, quando pode ser corrigido antes de o bebê nascer, muitas são as chances de cura. Apesar do grande risco por o bebê não poder nascer ainda naquele momento, os Arms decidiram recomendá-lo a Deus. A operação foi um sucesso. Nela, os médicos puderam tratar o bebé, cujo tamanho não era maior do que o de um porquinho da índia – sem o tirar do útero, fechar a abertura originada pela deformação e proteger a coluna vertebral de modo a que os sinais vitais nervosos pudessem ir agora para o cérebro.

Samuel tornou-se o paciente mais jovem que foi submetido a esse tipo de intervenção e, embora ainda não tenha sentido a pele da mãe e ainda não conheça o mundo que há fora do útero, é perfeitamente possível que Samuel Alexander Arms aperte novamente a mão do médico Bruner.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Saúde recomenda que empresas instalem salas de apoio à amamentação

06/04/2010
Saúde recomenda que empresas instalem salas de apoio à amamentação

Espaço serve para a mulher trabalhadora retirar o leite e guardar para dar ao filho em casa

O Ministério da Saúde deu mais um passo para garantir o aleitamento materno após o fim da licença-maternidade. Portaria elaborada junto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária recomenda a instalação de salas de apoio à amamentação em empresas e órgãos públicos. Esses espaços são reservados para a mulher retirar leite do peito e guardá-lo para dar ao bebê em casa. Ela também pode doar o alimento a um Banco de Leite Humano. O texto foi publicado no Diário Oficial da União e já está valendo. A alimentação do bebê deve ser baseada exclusivamente em leite materno até os seis meses de vida. Após esse período, alimentos complementares saudáveis podem ser incluídos na dieta dele, mas a Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta que o aleitamento prossiga até os dois anos de idade. Por isso, o Ministério da Saúde incentiva as companhias a organizarem salas de apoio à amamentação.

Antes, não havia uma legislação sanitária específica para a manutenção desse tipo de espaço nas empresas. A coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Elsa Giugliani, acredita que, com a regulamentação, as mulheres poderão retirar o leite em um ambiente mais acolhedor.

"Esse procedimento é importante porque as mamas cheias provocam um desconforto muito grande às mulheres durante a jornada de trabalho. Elas devem extrair o leite a cada três ou quatro horas para que se mantenha a produção adequada do leite materno", explica. O leite deve ser acondicionado em um recipiente para a mãe dar ao filho em casa.

De acordo com a Pesquisa de Prevalência de Aleitamento Materno, divulgada em 2009, o número de mulheres amamentando é muito maior durante a licença-maternidade. Entre as mães usufruindo do benefício, 91,4% dão o peito para os filhos. O porcentual cai para 65,9% entre aquelas que já retornaram ao trabalho. O MS acredita que a oferta de salas de apoio à amamentação nas empresas e repartições pode estimular o aleitamento, reduzindo essa diferença.

BENEFÍCIOS: Considerado um alimento completo, o leite materno funciona como uma vacina, protegendo o bebê de muitas doenças. Após os seis meses, são indicados alimentos complementares à dieta da criança, como frutas e legumes. Especialistas destacam, porém, que o aleitamento materno é a principal forma de prevenir a mortalidade infantil. Além de garantir o bom desenvolvimento da criança, melhora a saúde da mãe, ao reduzir riscos de diabetes e câncer de mama e ovário.

Por isso, a instalação das salas de apoio à amamentação beneficia não só a mulher e o bebê, mas a própria empresa. "Como as crianças continuam sendo amamentadas, elas ficam mais saudáveis, e as mães faltam menos ao emprego. A companhia acaba valorizando a funcionária ao levar em conta as necessidades dela como mãe", observa Elsa Giugliani. Na avaliação do Ministério da Saúde, a implantação desse espaço e a manutenção dele têm baixo custo para as empresas.

MUDANÇAS: Segundo as recomendações publicadas no Diário Oficial da União, as salas de apoio deverão ter um ponto de água fria e lavatório para assegurar a higiene da mulher. Deve haver uma cadeira de coleta ou poltronas, separadas por divisórias, para preservar a privacidade da mulher. Os espaços devem acomodar um freezer com um termômetro para monitorar o resfriamento. As companhias podem disponibilizar frascos para a coleta do leite e recipientes térmicos para o transporte do alimento.

Bombas elétricas ou manuais para extrair o leite poderão ser adquiridas pelas empresas. Todos os objetos que entrem em contato com o leite precisam ser esterilizados. É recomendável o uso de aventais limpos - descartáveis, de preferência - para as mulheres enquanto retirarem o leite.


Fonte: Agência Saúde

terça-feira, 30 de março de 2010

Igreja Católica lança linha direta na Alemanha para atender vítimas de abuso sexual

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/03/30/igreja-catolica-lanca-linha-direta-na-alemanha-para-atender-vitimas-de-abuso-sexual-916211162.asp

segunda-feira, 29 de março de 2010

Ana Carolina Oliveira, uma mãe desfilhada pela violência de um "pai"!

Para uma das muitas mães desfilhadas pela violência domética, só restaram as lembranças e saudades no álbum de família.

http://www.eunanet.net/beth/news/topicos/isabella_nardoni.htm

"A justiça foi feita. Não estou com minha filha do lado para poder abraçar, não ganhei um abraço dela hoje... Deixei ela ir passar o fim de semana sem nenhum arranhão... Foi muita crueldade...

Estas são algumas palavras de Ana Carolina Oliveira, no dia seguinte, sábado, após a condenação e sentença do Juiz.

Como eu havia dito na madrugada de sábado, ao meu marido, Ana Carolina disse no sábado em entrevista. "Minha filha não existe mais, mas justiça foi feita..." Ela não volta mais, porém acredito que a maioria dos brasileiros estão sentindo o mesmo alívio que eu depois de cansativos 5 dias de julgamento.

Não pudemos acompanhar tudo o que foi dito e o que aconteceu lá dentro, no fórum, mas o que nos foi passado através da imprensa nos impressionou e muito. Um exemplo foi o exilio da Ana Carolina, sem ter o direito de ir para casa descansar, ou pelo menos tentar. Isso a pedido da defesa dos réus. Outra coisa a encenação dos réus em seuus depoimentos chorando e olhando para os jurados.
Em nenhum momento nesses dois anos eles pensaram no que aconteceu com a Isabella, apenas pensaram em como se livrar da prisão. Tentaram de tudo! Inclusive o próprio pai do Alexandre, o sr Antonio, ficou o tempo todo reclamando e mandando bilhetes ao advogados do filho. Tal pai, tal filho!

Agora o advogado de defesa fará e está fazendo o seu papel. Sinceramente meus queridos leitores eu aprovaria nesse casao a prisão perpétua. Morte não, porque ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém, como eles fizeram, mas a prisão perpétua sim, e comprovado que foram culpados como esses dois foram desde o início, jogar a chave fora.

http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/03/29/advogado-do-casal-nardoni-diz-que-sao-pequenas-chances-de-tj-cancelar-julgamento-916205540.asp

http://oglobo.globo.com/cidades/sp/mat/2010/03/29/missa-de-dois-anos-da-morte-de-isabella-nardoni-sera-amanha-916198615.asp

É o pai do mocinho bom, pai exemplar Alexandre Nardoni, vai ficar pobre desse jeito!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Ninguém viu? Então ninguém fez? Por isso ninguém ainda fará nada?

Pois é meu amigos, eis me aqui retornando ao meu blog depois de muito tempo, masi de 2 meses sem escrever!
E chego com uma notícia desagradável por demais da conta! No blog da Rosangela Justino tem uma matéria sobre pedofilia homossexual. Pois é!!!!!!!!!! Não temos mais onde ler e assistir que não tenham notícias do tipo. Infelizmente ninguem faz nada, ainda ninguém fez nada que realmente mudasse isso tudo. Mantenham-se informados e cuidem muito bem de seus filhos e filhas. Alé, é claro de colocá-los debaixo da mão de Deus, todos os dias, em nome de Jesus. Beijos.
http://rozangelajustino.blogspot.com/2010/02/pedofilia-homossexual-no-flamengo.html